DEPUTADO VIRTUAL
ARGUMENTAÇÃO E FATOR GERADOR DA NECESSIDADE
Os inúmeros satélites de comunicação
dispostos a 36.000 quilômetros de altura, proporcionam às pessoas a
possibilidade de receberem, em suas residências, centenas e talvez milhares de
canais de televisão gratuitamente. Só em língua portuguesa temos mais de
uma centena.
Os conteúdos são os mais variados: esportes, notícia,
entretenimento, informações, educação, ciência, pesquisa etc...
Qualquer pessoa, em qualquer ponto do território nacional,
pode ter acesso a essa programação, desde que tenha uma ou mais de uma antena
parabólica e um receptor de satélite, que hoje é um equipamento barato, custando
na casa dos 300 reais.
Os canais de televisão sintonizados pelo satélite, geralmente
tem alta qualidade de imagem e som e não tem registro de fantasmas e as
interferências normais que os canais locais têm, principalmente quando usando
antenas internas.
Existe também o fator que deve ser levado em consideração,
que é o respeito ao direito de escolha das pessoas:
Quando o cidadão fica limitado a assistir somente os canais
da cidade onde reside, apenas a operadora de TV a cabo da cidade onde mora, ele
fica obrigado a ver aquilo que as televisões daquela cidade querem mostrar.
Por exemplo: Se a pessoa é carioca, mora em São Paulo, e
deseja ver um jogo de futebol Vasco e Flamengo, que está acontecendo no Rio de
Janeiro e gerado também pela televisão via satélite, limitado apenas às
televisões locais e a TV a cabo de São Paulo ela não poderá assistir, porque
será obrigado a ver os jogos dos times de São Paulo, já que os canais da cidade,
obviamente, dão preferência a mostrar os jogos dos times da sua gente.
Com a antena parabólica ele pode ter direito de escolha.
AS DIFICULDADES QUE IMPÕEM AO CIDADÃO
Pessoas que moram em edifícios ou
condomínios residenciais, enfrentam dificuldades e ficam tolhidas de assistirem
as programações gratuitas via satélite, por deliberação da arbitrariedade de
certos síndicos, que se acham donos dos edifícios, que proíbem, sem razão
alguma, a instalação de antenas parabólicas nos prédios.
Por outro lado, já há nas grandes cidades, interferências de
determinadas operadoras de TVs por assinatura, que querem impor ao público os
seus produtos, junto aos condomínios para que não permitam, por interesses
delas, a instalação de antenas parabólicas nos prédios, a fim de forçarem as
pessoas a fazerem assinaturas, pagas, já que não terão opções outras de
assistirem outros canais com alta qualidade.
Existem muitos casos em que um determinado morador, que
instalou primeiro uma antena parabólica no prédio, ocupou o restrito espaço
disponível no alto do prédio, mas, por questão de egoísmo, não permite que
nenhum outro morador compartilhe a sua antena, quando é impossível instalar uma
segunda, por falta de espaço.
O PROJETO DE LEI QUE PROPÕE O DEPUTADO VIRTUAL
Nenhum síndico ou
mesmo comissão de moradores de um prédio pode impedir a instalação de uma antena
parabólica no prédio quando pelo menos um morador solicita a instalação de uma,
salvo em caso de absoluta indisponibilidade de espaço e condições para tal.
Caso exista uma antena instalada no prédio, ocupando o único
espaço disponível, mesmo que esta antena tenha sido adquirida por um determinado
morador, e não pelo condomínio, este é obrigado a cedê-la, de forma
compartilhada, para todo o prédio, considerando que o compartilhamento de
antenas não gasta o equipamento, não danifica, não promove consumo de energia
elétrica e não causa prejuízo nem depreciação nenhuma ao seu dono. Se o dono da
antena insistir na recusa, o condomínio deve retirar aquela antena e
providenciar a instalação de outra que atenda a todos os condôminos, ocupando
ele o espaço disponível e não o morador egoísta.
Caso o prédio, por ser antigo ou por qualquer outra razão,
não tenha canalização para passagem de um cabo de antena para atender os
apartamentos, o condomínio não poderá, por alegações de estética ou qualquer
outra que seja, impedir que esse cabo passe pelo lado de fora, salvo quando há
algum risco ou problema que comprometa a segurança.
Para comentários e apreciação do público.
Alamar Régis Carvalho – Analista de Sistemas
alamar@redevisao.com
Visite o nosso site:
www.redevisao.net
Eu já passei esta idéia de projeto para um Deputado
Federal conhecido meu.
Se você concorda com a minha idéia e argumentação, eu sugiro que você também dê
conhecimento ao deputado, conhecido seu, exigindo dele que apóie aquele seu
colega que resolver lançar o projeto no Congresso, independentemente de
rotulação partidária, fiscalize, cobre, fique de olho, retransmita a idéia para
outras pessoas, e engrossemos as fileiras daqueles que estão dispostos a dizer
ao Congresso Nacional que nem todo mundo é idiota neste país.