DEPUTADO VIRTUAL
Argumentação e fator gerador da necessidade.
Se você “adquirir” uma casa própria pelos
sistemas financeiros disponíveis no Brasil de hoje, sempre conduzidos por
bancos, optando por pagar em 15 (quinze) anos, por exemplo, com todo o
sacrifício da sua família, manter as prestações em dia durante 14 (quatorze)
anos e, de repente, atrasar três prestações, depois destes 14 anos pagos, em
razão de uma dificuldade financeira repentina porque passa a família, o que é
absolutamente normal neste país de economia instável, sem condições de continuar
pagando as prestações, por algum tempo, você certamente perderá todos os
quatorze anos que pagou, porque o poderio bancário, através da sua força
econômica que contrata advogados caros, frios e insensíveis além de um sistema
forense viciado, fará de tudo para inviabilizar-lhe o máximo possível, a fim de
reaver o imóvel e vendê-lo, novamente, a outra vítima brasileira, sem que você
tenha direito a um centavo, sequer, de restituição.
Se você “adquirir” um automóvel, financiado em 36 meses,
pagar 30 meses rigorosamente em dia, mas por um motivo qualquer não puder mais
continuar pagando as prestações, atrasando três prestações, com certeza o
banco tomará o seu veículo, não lhe devolverá um centavo sequer, sujará
o seu nome no SERASA e SPC e ainda obrigar-lhe-á a pagar custas processuais, sob
pena de penhorar os outros bens que você possui, vendê-los em leilão ao preço de
bagatela e deixar-lhe na miséria.
Se você optar por um sistema de previdência privada, daqueles
que prevêem uma aposentadoria depois de 10 anos de contribuição e, de repente,
em razão de um motivo de força maior, você não poder mais pagar as prestações,
atrasando três parcelas, você perderá tudo o que pagou, durante anos,
e ficará sem direito a coisa alguma.
Se um cidadão optar por pagar um seguro de vida,
preocupando-se em garantir uma pensão para a sua família, depois da sua
desencarnação, por mais que pague por mais de dez anos, mas, de repente enfrenta
algum problema de saúde ou problema de qualquer ordem que venha a reduzir os
seus ganhos, impedindo-o de continuar contribuindo com o mesmo compromisso
assumido para com o banco ou a “seguradora” contratada, se morrer, a sua
família não terá direito a um centavo, sequer, pelo fato de você, mesmo
por motivo de doença, ter atrasado três prestações.
Agora já lhe acionam com apenas uma prestação de atraso!!!
Há algum tempo atrás, ainda havia a tolerância de acionar o devedor só depois de três prestações em atraso, agora os bancos, em busca de mais lucro fácil, em busca de inviabilizar logo a sua vítima, para tomar logo o patrimônio e vendê-lo novamente, aproveitam-se do fato da pessoa estar com apenas um mês em atraso, enviam logo o débito para advogado, inserem juros acima de 10 por cento ao mês, pela mora, acrescem a despesa em mais 20%, por conta de honorário de advogado, acrescentam mais despesas de cartório e tudo o que for possível para elevar o valor do débito o máximo que puderem, a fim de inviabilizar a vítima, obrigando-a a, sem fôlego para respirar, sem ter a quem recorrer em um país sem JUSTIÇA, entregar tudo o que tem.
O PROJETO DE LEI QUE PROPÕE O DEPUTADO VIRTUAL
Estabelecer uma Lei que proíba aos bancos, seguradoras e financeiras em geral, continuarem a praticar esse tipo de roubo sem vergonha e descarado contra o povo brasileiro.INFORMAÇÕES
Como funciona a estratégia desonesta dos bancos
Às pessoas são oferecidos financiamentos a longo prazo, com um objetivo que não é possível ser percebido pelas pessoas comuns.
Utilizam advogados e a máfia forense para extorquir
Não existe um critério de justiça para discernir entre “quem não quer pagar” e “quem não pode pagar”.
Para comentários e apreciação do público.
Alamar Régis Carvalho – Analista de Sistemas
alamar@redevisao.com
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Eu já passei esta idéia de projeto para um Deputado
Federal conhecido meu.
Se você concorda com a minha idéia e argumentação, eu sugiro que você também dê
conhecimento ao deputado, conhecido seu, exigindo dele que apóie aquele seu
colega que resolver lançar o projeto no Congresso, independentemente de
rotulação partidária, fiscalize, cobre, fique de olho, retransmita a idéia para
outras pessoas, e engrossemos as fileiras daqueles que estão dispostos a dizer
ao Congresso Nacional que nem todo mundo é idiota neste país.